Assim como roupas exibidas nas fashions weeks que viram moda e se alastram em proporções globais, há 40 anos surgiu a "febre radioativa", que criou sua raízes em várias partes do mundo. A energia nuclear não gera, praticamente, benefícios à população, "a não ser que um banho de radiação faça bem para a pele".
Além de produzir um lixo não reciclável, as usinas são altamente poluentes, tanto para a população quanto para a natureza; o custo de sua construção é elevadíssimo, sua manutenção é cara e extremamente arriscada. Qualquer trabalho realizado em uma usina nuclear necessita de mão-de-obra humana e o contato com o urânio é prejudicial a vida do homem.
Infelizmente, não há um controle total sobre o uso de urânio, assim, a segunraça do manejo é falha e inconfiável, pois, desde os primórdios da exploração da energia radioativa, ocorrem diversos incidentes que prejudicam a população. O acidente mais recente ocorreu em Fukushima no Japão, considerado um acidente na escala 6 de desastres nucleares.
Com os diversos terremotos ocorridos no Japão, houve a propagação de 2 tipis de ondas, "aquáticas" e eletromagnéticas. Estas ondas eletromagnéticas estavam encrementadas de pura radiação, que se espalhou em cerca de 30 km do epicentro, onde ocorreu o vazamento nuclear. O acidente nuclear causou diversos danos à saúde de pessoas que se localizavam na redondeza. O escoamento de partículas alfa, beta e gama provocaram também danos ambientais, que prejudicou a fauna e flora, de forma a poluir oceanos, assim há a possibilidade de uma catástrofe global.
O ocorrido no Japão ficará na memória de todos e a radiação permanecerá empregnada durante anos no solo japonês. Segundo Albert Einstein: " tudo é relativo", então o uso da energia deve ser analisado, caso existam outras formas de produção de energia, ela deve ser posta em segundo palno, pois a segurança da humanidade deve vir em primeiro lugar.
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